ISO 9001:2015 – Controle de Registros

Quem está acostumado com a ABNT NBR ISSO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade nas versões anteriores à 2015, leva um susto ao analisar a versão da ISO 9001:2015 no que se refere ao “Controle de Registros”. A versão antiga de 2008 tinha o item 4.2.4 exclusivamente para isso. Ela dizia assim: 4.2.4. Controle de registros da...

ISO 9001:2015 – Ambiente de trabalho

Um ótimo exemplo de item que ganhou destaque na nova revisão da ABNT NBR ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade é o item que fala sobre o ambiente de trabalho na empresa. Na versão antiga da norma, o ambiente de trabalho era tratado no item 6.4 como mostrado a seguir: 6.4. Ambiente de trabalho A organização...

ISO 9001:2015 – Indicadores de desempenho – KPI

Inicialmente vamos definir o que são “Indicadores de Desempenho” para um sistema de gestão da qualidade baseado na revisão 2015 da ISO 9001. O indicador de desempenho é algo que indica se uma determinada característica está melhorando ou piorando o desempenho de algo. Em inglês, é conhecido como “Key Performance Indicator” ou simplesmente KPI. A melhor maneira de se...

ISO 9001:2015 – Política da Qualidade

Antes de começar a analisar as versões da norma ABNT NBR ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, vamos deixar bem claro o que vem a se a “Política da Qualidade”. Segundo o dicionário Michaelis, política significa: “ 5 Arte ou vocação de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização ”, ou seja: A política é um...

ISO 9001:2015 – Processos obrigatórios

A ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos, tem como um dos princípios, ser uma norma que possa ser aplicada à qualquer tipo de empresa, dessa forma, ficaria difícil para o comitê da ISO estabelecer os processos obrigatórios. Porém, a definição dos processos fica a cargo de cada empresa e não considerar um processo que deveria...

ISO 9001:2015 – Mentalidade de risco

A mentalidade de risco não é uma completa novidade das normas da série ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, visto que nas versões anteriores à 2015 tínhamos a exigência de ações preventivas. Trocando em miúdos, uma ação preventiva é uma ação que tomamos para sanar um problema que ainda não ocorreu, mas bem que poderia ter acontecido. Ora,...

ISO 9001:2015 – Mapa de Processos ou macroprocesso

Na versão de 2008 da ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, a organização tinha que determinar os processos e a sua sequência, para isso, era usual se desenhar um mapa de processos, também chamado de macroprocessos e documenta-lo no Manual da Qualidade. Veja abaixo um trecho do item da ISO 9001:2008 que gerava essa necessidade: 4.1. Requisitos gerais A...

ISO 9001:2015 – 7.5 Informação documentada

A ISO 9001 tem evoluído muito em relação a documentação do sistema. Na versão de 1987, a ISO dava uma importância enorme a procedimentos. Implantar um sistema baseado na ISO era construir uma fábrica de procedimentos. Isso traumatizou muita gente. Por outro lado, com a versão 1994 e depois com a versão 2000 da norma, os documentos obrigatórios se resumiam...

ISO 9001:2015 – RD Representante da Direção

A nova versão da ISO 9001:2015 – “Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos” traz uma mudança significativa em um personagem muito conhecido nas empresas certificadas na ISO 9001, o RD ou Representante da Direção. Veja o que a versão de 2008 da ISO 9001 no seu item 5.5.2 dizia sobre esse profissional: 5.5.2. Representante da direção A Alta Direção deve indicar...

ISO 9001:2015 – Estrutura de alto nível HLS

Se temos que começar a mostrar as mudanças da nova versão da ISO 9001:2015 – “Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos” em relação à mesma norma na versão 2008, então vamos começar pelo princípio. Hoje trataremos da mudança estrutural da norma. A nova versão da ISO9001:2015 deixou a estrutura básica da norma exatamente igual à da ISO 14001:2015 –...

ISO 9001:2015 – Calendário de transição

No dia 15 de Setembro de 2015, tanto a  NBR ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade) quanto a NBR ISO 14001 (Sistema de Gestão Ambiental) foram revisadas. Essas mudanças não aconteceram da noite para o dia, para se ter uma noção, veja o projeto de desenvolvimento da ISSO 9001:2015: Dezembro de 2012 – Proposta de revisão NWIP; Junho de 2013...

ISO 2015 – As principais mudanças

A ISO - International Organization for Standardization, durante o ano de 2015, liberou uma série de revisões de normas já existentes. Um dos motivos para essas revisões foi a padronização das estruturas das normas. Com as estruturas padronizadas, fica mais fácil para as empresas, aderirem a diversas normas ao mesmo tempo e de forma integrada, ou seja, atendendo com...

3.2.14 Eficácia e 3.2.15 Eficiência

Afinal, qual é a diferença entre Eficiência e Eficácia? O dicionário Aurélio, 1977, p. 620, define Eficiência e Eficácia da seguinte forma: Eficiência. S.f. 1. Ação, força, virtude de produzir um efeito Eficácia. S.f. Qualidade ou propriedade de eficaz Eficaz. Adj. Que produz o efeito desejado;...

A Manutenção Preventiva na ISO-9001

Manutenção Preventiva é uma forma de se manter os maquinários, ferramentas e instalações de uma empresa sempre em bom estado. Enquanto que na manutenção corretiva os reparos são feitos somente depois que a máquina apresenta algum defeito, na manutenção preventiva, as trocas são realizadas de maneira planejada antes que qualquer problema seja percebido. Por exemplo: Um motorista que...

NBR ISO 9000:2005 – 3.2.12 Melhoria da Qualidade – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário.

Melhoria da Qualidade deve ser entendida exatamente como se define nos dicionários. O Dicionário Michaelis diz que melhorar é:  “Tornar(-se) melhor ou superior ou tornar mais próspero” mas também diz que melhorar é “Diminuir a doença”. Pegando-se então por analogia, podemos dizer que a Melhoria da Qualidade é o que transforma um ponto positivo em algo ainda melhor e...

NBR ISO 9000:2005 – 3.2.7 Alta Direção (top management) – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário.

A Alta Direção de uma empresa são as pessoas que efetivamente tomam as decisões sobre o destino de uma organização. A Alta Direção tem um papel fundamental no sistema de gestão, pois são essas pessoas que determinarão a Política, Missão e Visão da companhia. Para qualquer empresa, se a Alta Direção não está comprometida ou engajada nas causas do sistema...

NBR ISO 9000:2005 – 3.2.6 Gestão (Management) – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário.

Basicamente podemos dizer que todas as atividades de uma organização estão divididas em estratégico, tático e operacional. Estratégico é o grupo de atividades exercidas pela alta direção, desde a tomada de decisões até a liberação de recursos; Tático são as atividades realizadas pelos gerentes, que, utilizando os recursos disponíveis atuam para fazer cumprir as decisões estratégicas;

NBR ISO 9000:2005 – 3.2.5 Objetivos da Qualidade – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário.

Os Objetivos da Qualidade são os elementos gerados a partir da Política da Qualidade que servem para tornar mais claro o que a empresa deseja atingir em termos de qualidade. Podemos relacionar alguns Objetivos da Qualidade. Veja o exemplo da Secretaria do Estado de Ciência e Tecnologia da Amazônia - SECT (http://www.sect.am.gov.br/pagina.php?cod=138 ) Consolidar a imagem institucional como gestora das...

NBR ISO 9000:2005 – 3.2.4 Política da Qualidade – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário.

Quando a organização tem uma intenção relacionada com a qualidade de seus produtos e serviços e deseja tornar essa intenção pública, compete à alta direção da empresa redigir uma carta formal contendo essas intenções e as diretrizes que deverão ser comprovadamente seguidas por toda a organização. A essa carta dá-se o nome de Política. Caso as intenções nela expressas...

NBR ISO 9000:2005 – 3.2.1 Sistema – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário

Hoje em dia, as empresas estão cada vez mais complexas, é impossível se imaginar uma organização composta de um único processo. Os processos básicos de uma empresa são: Vendas; Produção; Almoxarifado; Limpeza; Segurança; Compras; Importação e Exportação; Recursos humanos; Faturamento; Financeiro; etc. A combinação de todos esses processos interagindo um com o outro formam um sistema. O importante de um sistema é que se tenham todas as partes funcionando por si...

NBR ISO 9000:2005 – 3.1.6 Competência – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário

Para que uma empresa possa demonstrar qualidade, é fundamental que os seus trabalhadores possuam as competências adequadas para tal. O termo competência significa uma somatória de aptidões que quando aplicadas em conjunto, fazem com que o trabalhador seja capaz de desempenhar suas tarefas de maneira precisa. Basicamente podemos dividir as competências em 3 grupos, que chamamos de CHA por ser...

NBR ISO 9000:2005 – 3.1.4 satisfação do cliente – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário

Quando um cliente procura por um produto ou pela prestação de um determinado serviço, ele já possui algumas expectativas bem definidas. Além disso, o produto ou serviço deve possuir algumas características, normalmente técnicas, que, apesar de o cliente não conhecer e não declarar, se o produto ou serviço não as possuir, deixará o cliente insatisfeito. À soma de todas...

NBR ISO 9000:2005 – 3.1.3 classe – Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário

Na NBR ISO 9000:2005, existe um termo chamado “CLASSE”, esse termo se refere a uma separação dos produtos ou serviços que possuem características funcionais iguais, porém, que se deseja tratar de maneira distinta quando a questão é qualidade. Vamos iniciar consultando o Dicionário Michaelis: classe 1 Grupo de pessoas, animais ou coisas com atributos semelhantes. 2 Cada um dos...

NBR ISO 9000:2005 – 3.1.1 qualidade – Sistema de gestão de qualidade – Fundamentos e vocabulário

O termo qualidade está intimamente ligado às necessidades, desejos e expectativas do cliente. Desse modo, não é possível se descrever qualidade sem antes se ter bem claro o que o cliente quer. Os requisitos do cliente podem ser assim divididos: seus desejos; suas necessidades; o que a legislação exige; as necessidades técnicas que muitas vezes nem o cliente conhece; quesitos de segurança ao uso; quesitos de...

ABNT NBR ISO 9000:2005 – Sumário

Saiba mais sobre a ABNT NBR ISO 9001:2008 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos   Implementar e manter um Sistema de Gestão da Qualidade baseado na norma ISO 9001 A Família ISO 9000

NR 26 – Sinalização de Segurança – revisão 2011

Com a atualização da NR26 – Sinalização de Seguranças, quais as diretrizes devemos usar? Sabemos que a NR 26 - Sinalização de Segurança teve sua atualização dada pela Portaria SIT n.º 229, de 24 de maio de 2011. Antes da nova atualização, a própria NR26, nos informava às cores que deveriam sinalizar os equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar tubulações empregadas...

ISO 14001 2004 – 3.20 Registro

Em um Sistema de Gestão Ambiental existem muitas atividades que possuem obrigatoriedade legal em serem realizadas. Outras, são requeridas pela norma NBR ISO 14001, existe ainda, aquelas que são exigidas por procedimentos internos. Para todas essas ações que se deve obrigatoriamente realizar, existe a necessidade de se guardar evidências de que as ações foram efetivamente realizadas. A essas evidências...

ISO 14001 2004 – 3.19 Procedimento

É muito comum se confundir Procedimento com Documento. Um Procedimento é a maneira com que algo é realizado, já um documento, é um Procedimento escrito, filmado, desenhado, fotografado ou narrado. Por exemplo, ao acordarmos, levantamos da cama, vamos ao banheiro e escovamos os dentes. Isso é um Procedimento. Ele é seguido e respeitado, embora não esteja escrito em lugar nenhum....

ISO 14001 2004 – 3.18 Prevenção de poluição

Antes de entrarmos na definição de Prevenção da Poluição, vamos definir simplesmente Poluição. Entende-se por poluição a introdução, direta ou indiretamente de substâncias ou energia no ambiente, pela ação dos seres humanos, provocando um efeito ou impacto negativo ao seu equilíbrio, causando assim prejuízo ao meio ambiente e/ou à saúde humana. São diversos os tipos de Poluição que o...

ISO 14001 2004 – 3.17 Ação Preventiva

Todo Sistema de Gestão Ambiental requer da equipe alguns tipos de ação. Basicamente elas podem ser classificadas da seguinte maneira: Ação Corretiva - é a ação requerida sempre que uma Não Conformidade é detectada; Ação Preventiva - é a ação requerida quando a Não Conformidade...

ISO 14001 2004 – 3.16 Organização

Tanto em um Sistema de Gestão Ambiental baseado na ISO 14001 quanto nas normas da família ISO 9000, o termo “Organização” é utilizado basicamente como sinônimo de Empresa. Consultando o Dicionário Michaelis, encontramos que Organização significa: “um conjunto de formas sistemáticas de cooperação humana para a produção e o intercâmbio de bens econômicos”. Uma Organização pode ser: uma Empresa; uma Corporação; uma Firma; um Empreendimento; uma...

ISO 14001 2004 – 3.15 Não conformidade

O Sistema de Gestão Ambiental é composto por uma série de exigências mínimas que devem ser cumpridas pela empresa. A essas exigências damos o nome de “Requisitos”. Quando se cumpre um requisito, podemos dizer que a empresa está agindo “conforme” o Sistema de Gestão Ambiental planejou. Nessa situação, dizemos que a empresa está em conformidade com o sistema. Por outro...

ISO 14001 2004 – 3.14 Auditoria interna

O objetivo principal de uma Auditoria Interna é percorrer cada um dos requisitos definidos pela NBR ISO 14001 verificando se cada um dos itens está sendo cumprido a contento. Caso seja observado algum descumprimento à norma, um documento deverá ser emitido registrando a não-conformidade encontrada. A Auditoria Interna pode ser realizada por Consultores terceirizados ou pelos próprios funcionários da empresa....

ISO 14001 2004 – 3.13 Parte Interessada

Toda empresa, cujas atividades possam causar um Impacto Ambiental, gera o interesse de outras pessoas ou grupos de pessoas. Essas pessoas que se vêem afetadas ou podem vir a ser afetadas por esse Impacto Ambiental, são chamadas de Parte Interessada. Vamos supor que uma empresa de lavagem industrial esteja situada ao lado de um ribeirão. E nesse ribeirão, a empresa...

ISO 14001 2004 – 3.11 Política Ambiental

O primeiro passo para a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental é fazer a Política Ambiental. É na Política Ambiental que a alta direção de uma empresa comunica seus Colaboradores, Fornecedores, Clientes e a Comunidade sobre a sua intenção de controlar o seu processo visando...

ISO 14001 2004 – 3.10 Desempenho Ambiental

Ao consultarmos o dicionário Michaelis, encontramos uma das definições de desempenho como sendo “o cumprimento de obrigação ou promessa”. Ora, considerando que o Sistema de Gestão Ambiental baseado na ISO 14001 se centra nas declarações da Política Ambiental...

ISO 14001 2004 – 3.9 Objetivo ambiental

Objetivo Ambiental é o ponto onde a empresa deseja chegar com as atividades do Sistema de Gestão Ambiental. Quando se define uma Política Ambiental, se está assumindo uma série de compromissos, para que esses compromissos se tornem mais...

ISO 14001 2004 – 3. 8 Sistema da Gestão Ambiental – SGA

Para se entender o que é um Sistema de Gestão Ambiental, vamos primeiramente deixar claro o significado de cada palavra. Consultando o dicionário Michaelis, encontramos a seguinte definição de sistema: sistema 10 Método, combinação de meios, de processos destinados a produzir certo resultado; plano. Ou seja, sistema é uma combinação de várias ações orientadas a produzir um determinado resultado, ou...

ISO 14001 2004 – 3.4 Documento

Em um Sistema de Gestão Ambiental, existem muitas informações que devem ser mantidas e preservadas de maneira que se possa recuperar de maneira fácil e confiável. Vamos supor que um determinado produto químico deve ser adicionado à água resultante do tratamento do esgoto antes de ser lançado à natureza. Mesmo que a pessoa responsável saiba de memória o nome...

ISO 14001 2004 – 3.3 Ação corretiva

Tanto em um Sistema de Gestão Ambiental quanto em qualquer outra área de empresa, falhas acontecem. E é nesse momento que se deve realizar uma Ação Corretiva, para sanar de vez o problema. Como o próprio nome já diz, a Ação Corretiva serve para corrigir algo que não está certo. Se o problema ainda não tivesse se manifestado, a ação...

ISO 14001 2004 – 3.2 Melhoria contínua

Para facilitar o entendimento do termo “Melhoria Contínua”, recorremos ao Dicionário Michaelis, lá encontramos: contínuo - adj (lat continuu) 1 Que não tem as suas partes separadas umas das outras. 2 Ininterrupto na sua duração; em que não há interrupção. 3 Sucessivo, seguido. Ou seja, melhorar continuamente significa seguir uma rotina almejando que cada dia seja melhor do que...

ISO 14001 2004 – 3.5 Meio Ambiente

Em um Sistemade Gestão Ambiental, entende-se meio ambiente como sendo toda a vizinhança da empresa, até os limites de sua interferência. Os limites de interferência de uma empresa, dependem muito das suas condições e ramo de atividade. Uma lavanderia industrial que derrama seus efluentes em um córrego, tem os seus limites de influência estendidos por onde passar o mesmo. Quando digo...

ISO 14001 2004 – 3.7 Impacto ambiental

Impacto ambiental é definido como sendo o efeito de uma ação humano sobre o meio ambiente em seus vários aspectos. Tecnicamente, é a alteração da linha de base, devido à ação humana ou eventos naturais. As ações humanas, motivadas pelas mais diversas razões, geralmente causam resultados colaterais para o meio ambiente. Esses efeitos podem ser tão sutis que são considerados...

ISO 14001 2004 – 3.6 Aspecto Ambiental

Praticamente todas as atividades dentro de uma empresa têm um aspecto ao meio ambiente. Alguns aspectos podem não ser significativos, outros, podem ter um alto poder de impacto. Imagine por exemplo uma fábrica de papel. Sem dúvida o corte das árvores para produzir o papel é um aspecto ambiental significativo, pois ele irá alterar a característica da flora local, poderá...

ISO 14001 2004 – 3.1 Auditor

Basicamente, o Auditor é quem recebe a atribuição de Auditar o Sistema de Gestão Ambiental. No item 4.5.5 - Auditoria interna, a ISO 14001 diz que a intervalos periódicos o sistema de gestão ambiental deve ser posto a prova por intermédio de Auditorias Internas. A Auditoria é o momento em que o Auditor, ou a equipe auditora, vasculha a empresa...

ISO 14001 2004 – 4.6 Análise pela administração

Na intenção de garantir a participação ativa e o comprometimento da Alta Direção da empresa nas atividades relacionadas ao Sistema de Gestão Ambiental, a NBR ISO 14001 em seu requisito 4.6, diz que a administração da empresa deve analisar o sistema de gestão em intervalos planejados. A norma não diz a periodicidade dessa análise, sendo assim, fica a cargo...

ABNT NBR ISO 14001:2004 – Sumário

Saiba mais sobre a ABNT NBR ISO 14001:2004 - Sistemas da gestão ambiental Requisitos com orientações para uso   Introdução 1 Objetivo e campo de aplicação 2 Referências normativas 3 Termos e definições 3.1 Auditor 3.2 Melhoria contínua

Implementar e manter um Sistema de Gestão da Qualidade baseado na norma ISO 9001

O processo de implementação é importante para alcançar os benefícios do sistema de gestão da qualidade (SGQ). A maioria dos usuários novos obterá retorno mensurável logo no início do processo. Para uma implementação bem sucedida de seus SGQ, estes sete passos são recomendados:    1. Envolver totalmente a Alta Direção Definir por que você quer implementar a ISO 9001 Definir a Missão, Visão e...

A Família ISO 9000

A norma ISO 9000 fornece os fundamentos e o vocabulário usado em todas as normas da família ISO 9000. A ISO 9000 favorece um claro entendimento dos elementos básicos do sistema de gestão da qualidade descrito nas normas ISO. Além disso, a ISO 9000 apresenta aos seus usuários os Oito Princípios da Gestão da Qualidade, da mesma forma que...

Recursos Didáticos e a motivação dos alunos em EaD

Apesar do sucesso do Ensino a Distância nesta sociedade onde a Tecnologia da Informação e da Comunicação se faz tão presente, algumas verdades ainda assombram os Educadores, e a principal delas trata do sensível índice de rejeição ao ensino a distância com relação ao presencial. Muitas pessoas, por simples preconceito, se recusam a aceitar a Educação a Distância (EaD)...

INCOTERMS – DAP – Delivered at Place

Ao ser usado o INCOTERM DAP – Delivered at Place, ou em Português, entregue no local, o vendedor deverá desembaraçar a mercadoria para exportação no seu país, fazer o transporte internacional e levar a mercadoria até o local combinado. O desembaraço de importação no local de destino, bem como a descarga da mercadoria, ficam a cargo do comprador. O termo...

INCOTERMS – DAT – Delivered at Terminal

No caso de comercialização internacional, onde, de comum acordo, se opte pelo INCOTERM DAT – Delivered at Terminal, o vendedor deverá desembaraçar a mercadoria para exportação no seu país, fazer o transporte internacional, descarregar a mercadoria e disponibilizá-la no terminal de carga citado no contrato. A partir do momento em que o vendedor deposita a mercadoria no terminal de carga,...

INCOTERMS – DDP – Delivered Duty Paid

Quando contratado o transporte internacional usando o INCOTERM DDP – Delivered Duty Paid, o vendedor assume todas as responsabilidades e riscos do transporte desde a origem até o endereço de destino especificado pelo comprador. O vendedor deve providenciar todo o desembaraço e pagamento de taxas, tanto no país de origem, para a exportação, quanto no país de destino para a...

INCOTERMS – DDU – Delivered Duty Unpaid

Ao se contratar o INCOTERM DDU, o vendedor disponibiliza a mercadoria no país e local indicado pelo comprador, assumindo todas as despesas e riscos até então, independente da modalidade ser terrestre, aéreo ou aquaviário. O desembaraço de importação da mercadoria no país de destino, fica a cargo do comprador, que além de desembaraçar, deverá descarregar o veículo e pagar todos...

INCOTERMS – DEQ – Delivered Ex Quay

Quando, em um contrato de comercialização internacional, se classifica o transporte no INCOTERM DEQ – Delivered Ex Quay, o vendedor fica responsável em levar a mercadoria desembaraçada até o porto de destino. Além disso, o vendedor tem que descarregar o navio e arrumar a mercadoria no cais. A responsabilidade do desembaraço aduaneiro para a exportação no país de origem, é...

INCOTERMS – DES – Delivered Ex Ship

Quando o contrato de importação ou exportação diz que o transporte ocorrerá conforme o INCOTERM DES – Delivered Ex Ship, significa que o vendedor será o responsável por levar a mercadoria de navio até o porto do país desejado pelo comprador. O risco do transporte, enquanto a mercadoria não for entregue ao comprador, ficará a cargo do vendedor, ou seja,...

INCOTERMS – DAF – Delivered at Frontier

Quando acordado o INCOTERM DAF, o vendedor ficará responsável por entregar a mercadoria na fronteira do seu país, arcando com todas as despesas e riscos até este ponto. Além disso, o vendedor deverá providenciar o desembaraço da mercadoria para a exportação em seu país. O desembaraço de importação no país de destino, é de responsabilidade do comprador. A partir do...

INCOTERMS – CIP – Carriage and Insurance Paid to

Pode-se optar pelo INCOTERM CIF quando se estiver realizando uma transação comercial em qualquer modalidade, seja ela aérea, terrestre ou aquaviária, onde o vendedor arque com todos os custos de transporte e seguro, até o porto de destino. Vale lembrar que o vendedor tem a obrigação de contratar um seguro básico, porém, como a responsabilidade pela mercadoria, passa a ser...

INCOTERMS – CPT – Carriage Paid to

O INCOTERM CPT – Carriage Paid to, ou transporte pago até certo destino, é um termo que serve tanto para a modalidade aeroviária, quanto para as modalidades marítimas e terrestres. No CPT, o vendedor contrata e paga o transporte da origem, até um local pré-definido, no país de destino. Além do transporte, o vendedor é o responsável também, por todos...

NR-12 – Máquinas e Equipamentos – Capacitação

A nova NR-12 entrou em vigor a partir do dia 24/12/2010, publicada no Diário Oficial da União – D.O.U. É a partir dessa data que iremos atender os prazos estabelecidos na Portaria SIT nº197, de 17 de Dezembro de 2010. Iremos começar nossa pesquisa e estudos, no que diz respeito a “Máquinas Usadas”, onde será a situação que mais iremos encontrar...

INCOTERMS – CIF – Cost, Insurance and Freight

Quando se procede uma negociação aquaviária (marítima, fluvial ou lacustre), pode-se optar pelo INCOTERM CIF, onde o vendedor arca com todos os custos de transporte e seguro, até o porto de destino. Vale lembrar que o vendedor tem a obrigação de contratar um seguro básico, porém, como a responsabilidade pela mercadoria, passa a ser do comprador desde o momento do...

INCOTERMS – CFR – Cost and Freight

Quando a comercialização é feita usando o termo CFR – Cost and Freight, em português, custo e frete, o vendedor se responsabiliza em desembaraçar a mercadoria na alfândega do seu país. No momento em que a mercadoria cruza o costado do navio, mesmo antes de tocar o piso, o comprador passa a assumir todos os riscos. Dessa maneira, se desejar,...

INCOTERMS – FOB – Free On Board

Quando a comercialização for acordada sob o INCOTERM FOB – Free on Board, o vendedor estará se comprometendo a entregar a mercadoria livre de embaraços, dentro do navio que fará o transporte principal da mercadoria. Obviamente, o termo FOB, somente contempla o transporte na modalidade aquaviária, isso é, o transporte principal irá transpassar barreiras marítimas, de rios ou lagos,...

INCOTERMS – FAS – Free Alongside Ship

Existe um termo de comercialização parecido com o FCA – Free Carrier, onde o vendedor entrega a mercadoria ao comprador em ser próprio país. Esse termo se chama FAZ – Free Along Ship ou livre ao lado do navio. As diferenças são as seguintes: O transporte principal só pode ser aquaviário, ou seja, marítimo, fluvial ou lacustre; O desembaraço na alfândega...

INCOTERMS – FCA – Free Carrier

Existe a situação em que o comprador deseja arcar com as despesas do transporte principal, e consequentemente, com os riscos gerados durante esse transporte. Nessa condição, pode-se optar pelo termo FCA. Em inglês, FCA significa “Free Carrier”, ou livre no transportador. Isso é, o vendedor vai disponibilizar a mercadoria em questão, em um local previamente acordado, ainda no país de...

NR-03 – Embargo ou Interdição

Infelizmente algumas empresas não seguem pontualmente as NR’s, deixando seus colaboradores expostos a situação de grave e iminente risco.  Conceituando grave e iminente risco, conforme a NR03, item 3.1.1, temos: “Considera-se grave e iminente risco toda condição ou situação de trabalho que possa causar acidente ou doença relacionada ao trabalho com lesão grave à integridade física do...

INCOTERMS – EXW – Ex Works

O termo EXW ou Ex-Works como se acostuma falar, pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte, seja ela terrestre, marítima ou aérea. Ao se fechar um contrato do tipo EXW, o vendedor somente tem que disponibilizar a mercadoria no local e data marcada. A partir daí, o comprador deve providenciar o transporte da mercadoria e arcar com todos os...

INCOTERMS – Categorias

Os INCOTERMS são formados por 3 letras maiúsculas. A primeira letra representa a categoria ou grupo, que pode ser E, F, C e D. Grupo “E” O grupo de INCOTERMS iniciado por “E” significa que o produto será entregue ao comprador em um determinado local. Esse grupo possui apenas um termo, o EXW, também conhecido como “Ex-Works”....

INCOTERMS – Definições

A negociação comercial, por si só, já é algo que envolve muitas variáveis, tornando-a muitas vezes algo extremamente complexo. Quantas vezes, estamos prestes a adquirir um produto, e, ao fazermos uma cotação em várias lojas, ficamos em dúvida qual é a melhor opção? Temos que ponderar a qualidade do produto, prazo de entrega, condições de pagamento, juros no parcelamento,...

NR-02 – Inspeção Prévia – Ministério do Trabalho

A inspeção prévia é uma das fases que devem ser seguidas antes mesmas da sua abertura, com isso vossa empresa estará dentro dos parâmetros legais. Antes de vossa empresa iniciar as operações / atividades, deverá solicitar ao órgão regional do MTb (Ministério do Trabalho), uma aprovação de suas instalações. Após a realização da inspeção prévia, realizada pelo órgão regional do MTb,...

NR-01 – Disposições gerais – Ordem de Serviço

Conforme NR01, item 1.7, alínea “b”, a Ordem de Serviço sobre Segurança e Medicina de Trabalho, cabe ao empregador fazer sua elaboração, onde sua emissão é obrigatória. A obrigatoriedade da Ordem de Serviço está incluída no artigo 157, inciso II da CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas, que nos diz: “instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções...

ISO 9001:2008 – 0.1. Generalidades – Introdução

A ISO 9001 propõe um sistema de gestão da qualidade baseado em uma série de princípios internacionalmente reconhecidos. Porém, como a intenção da ISO 9001 é poder ser aplicada a qualquer tipo de empresa, independente do seu porte, nacionalidade, tipo ou complexidade, essa norma não tem, em momento algum, a intenção de uniformizar a estrutura do sistema de gestão,...

ISO 9001:2008 – 0.2. Abordagem de processo

Apesar dos requisitos da ISO 9001 propriamente ditos só começarem no item 4 da norma, o item 0.2 – Abordagem de processo, é uma exigência básica para a aplicação do sistema de gestão da qualidade. Portanto, a organização deve se dividir em células mínimas de gestão, que chamamos de processos. Esses processos devem ser identificados no manual da qualidade,...

ISO 9001:2008 – 0.3. Relação com a norma NBR ISO 9004

A norma ABNT NBR ISO 9004:2009 - Gestão para o sucesso sustentado de uma organização deve ser adquirida em conjunto com a ISO 9001, estudada e entendida da mesma forma que se faz com a ISO 9001. Pelo fato da ISO 9004 não ser certificável, ou seja, mesmo que uma empresa a adote na íntegra, ela não receberá um certificado...

ISO 9001:2008 – 0.4. Compatibilidade com outros sistemas de gestão

São muitas as vantagens em se ter um sistemas de gestão compatíveis com a ISO 9001. Entre as vantagens está o fato de um número muito grande de empresas já possuir um sistema de gestão da qualidade instalado e certificado. Com isso, a implantação de novos sistemas de gestão em conjunto com a ISO 9001, possibilita a criação de...

ISO 9001:2008 – 1. Objetivo

Antes de optar por implantar um sistema de gestão da qualidade em uma empresa, é importante que se tenham claros quais são os seus objetivos, principalmente se estivermos falando da ISO 9001. Vamos inicialmente entender do que se trata o termo “objetivo”. Veja como o dicionário Michaelis define isso: objetivo 1 Meta ou alvo que se quer atingir.

ISO 9001:2008 – 1.1. Generalidades – Objetivo

Qualidade é uma característica “aética”, eu sei que essa palavra não existe, então explicarei: Não ter qualidade não é crime nem pecado, nem mesmo podemos dizer que seja antiético. Vemos muitas empresas de sucesso que não tem qualidade. Quando se compra um produto pela metade do preço do concorrente, já esperamos que ele não tenha qualidade, e ainda assim...

ISO 9001:2008 – 1.2. Aplicação

Da forma com que a ISO 9001 foi concebida, ela democratiza o sistema de gestão da qualidade, pois, diferente de outros sistemas, onde só pode ser aplicado em determinados setores da indústria, a ISO 9001:2008 pode ser aplicada em qualquer tipo de empresa, independente do: seu tipo; seu tamanho; ou dos produtos ou serviços fornecidos. Porém, dependendo da empresa, alguns requisitos podem não...

ISO 9001:2008 – 2. Referência Normativa

A ISO 9001:2008 deixa clara a necessidade de se utilizar em conjunto com essa norma, a norma que traz os fundamentos e vocabulários referenciados a ela. A norma referenciada é a ABNT NBR ISO 9000 - Sistemas de gestão da qualidade - Fundamentos e vocabulário. Nos locais onde a norma faz referência datada a outra, como por exemplo: ISO 9000:

ISO 9001:2008 – 3. Termos e Definições

Como a família de normas relacionadas à ISO 9000 é bastante extensa, seria desperdício relacionar os termos e definições utilizados, em cada norma. Além do mais, uma revisão em um termo ou definição ocasionaria em uma necessidade de revisão de todas as normas. Pensando nisso, foi criada uma norma com os termos e definições mais usados pelas normas da família,...

ISO 9001:2008 – 4. Sistema de gestão da qualidade

Antes mesmo de iniciarmos o entendimento do sistema de gestão da qualidade preconizado pela ISO 9001, vamos entender o significado detalhado do termo. Consultando o dicionário Michaelis, encontramos os seguintes verbetes: sistema 10 Método, combinação de meios, de processos destinados a produzir certo resultado; plano. 15 Agrupamento de partes coordenadas, dependentes umas das outras, qualquer que...

ISO 9001:2008 – 4.1. Requisitos gerais – Sistema de gestão da qualidade

É a partir do requisito 4.1 – Requisitos gerais do Sistema de Gestão da Qualidade que a ISO 9001:2008 passa a ser auditada. Ou seja, quando um auditor for verificar a conformidade do sistema com a norma, eventuais não conformidades serão abertas a partir desse item. Tecnicamente, o item 4.1 possui um chamado para praticamente toda a norma e, posteriormente...