NR 26 – Sinalização de Segurança – 26.1.5.3. AMARELO

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A NR-26 define as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases e advertindo contra riscos.

Vale lembrar que não é porque os locais estão pintados na cor adequada a essa norma que a empresa pode abrir mão de outras formas de prevenção de acidentes. Principalmente em locais de circulação de visitantes e pessoas que desconhecem essa NR, locais perigosos devem possuir placas sinalizadoras de apoio. Lembramos também que o uso excessivo de cores pode atrapalhar mais do que ajudar, então, é bom ser comedido nas cores de sinalização, sem, em hipótese alguma, abrir não de nenhum detalhe dessa norma.

Vamos à cor “AMARELA” que é o objetivo dessa matéria.

Todas as tubulações que contenham gases não-liquefeitos devem ter toda a sua extensão visível pintada de amarelo.

O amarelo deve ser usado também como sinal de CUIDADE, podendo, em casos de se desejar aumentar a sua visibilidade, ser intercalados com listras pretas verticais ou inclinadas; ou ainda, quadros pretos podem ser sobrepostos ao amarelo.

A NR-26 ressalta o uso do Amarelo para os seguintes locais:

  • Partes baixas de escadas portáteis;
  • Corrimões, parapeitos, pisos e partes inferiores de escadas que apresentem risco;
  • Espelhos de degraus de escadas;
  • Bordas desguarnecidas de aberturas no solo (poços, entradas subterrâneas, etc.);
  • Bordas desguarnecidas de plataformas que não possam ter corrimões;
  • Bordas horizontais de portas de elevadores que se fecham verticalmente;
  • Faixas no piso da entrada de elevadores e plataformas de carregamento;
  • Meios-fios, onde haja necessidade de chamar atenção;
  • Paredes de fundo de corredores sem saída;
  • Vigas colocadas a baixa altura;
  • Cabines;
  • Caçambas;
  • Gatos de pontes-rolantes;
  • Guindastes;
  • Escavadeiras;
  • Equipamentos de transporte e manipulação de material, tais como:
    • Empilhadeiras;
    • Tratores industriais;
    • Pontes-rolantes;
    • Vagonetes;
    • Reboques, etc.;
  • Fundos de letreiros e avisos de advertência;
  • Pilastras;
  • Vigas;
  • Postes;
  • Colunas;
  • Partes salientes de estruturas e equipamentos em que se possa esbarrar;
  • Cavalete;
  • Porteiras;
  • Lanças de cancelas;
  • Bandeiras como sinal de advertência (combinado ao preto);
  • Comandos e equipamentos suspensos que ofereçam risco;
  • Pára-choques para veículos de transportes pesados, com listras pretas.

Esse não é o único requisito da NR-26, portanto, fique atento e conheça essa norma regulamentadora na íntegra acessando o site do ministério do Trabalho (http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/ ) ou acessando diretamente essa norma (http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_26.pdf ).

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Alvaro Freitas

Graduado em Engenharia Elétrica pela Faculdade de Engenharia São Paulo, Especialista em Gestão da Produção pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar , Engenheiro da Qualidade pela Poli-USP e Especialista em Educação em Ambientes Virtuais pela Universidade Cruzeiro do Sul - UniCSul. Atuou por mais de 20 anos na indústria Automotiva e 10 anos na indústria de Telecomunicações. Autor de 3 livros relacionados a sistemas de gestão e educação online.

Website: http://academiaplatonica.com.br

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